No mesmo mês em que o Pix entrou em funcionamento no Brasil – em novembro de 2020 –, Alessandra Alvim Morais decidiu inaugurar a Verde Cor Boutique, uma loja de roupas femininas e acessórios, em Belo Horizonte. Um ano depois, a empresária considera a modalidade de pagamento on-line um importante diferencial oferecido aos clientes.
Uma pesquisa realizada pelo Sebrae Minas com 1.257 empreendedores do estado revelou que 94% deles já aceitam pagamentos via Pix. Desses, 83% consideram a alternativa muito boa (58%) ou boa (25%) para o empreendimento. Para Alessandra Alvim, a opção é ótima e, aos poucos, vem caindo no gosto dos clientes. “Por ser uma tecnologia nova, as pessoas tinham certa desconfiança, mas hoje percebo que a resistência do consumidor vem diminuindo diariamente”.
Para incentivar ainda mais o uso da nova modalidade de pagamento, a loja oferece acesso gratuito à internet e desconto de 5% nas compras via Pix. Segundo a empresária, desde a abertura do negócio o número de pessoas que preferem pagar assim dobrou. “Atualmente, 25% das vendas são feitas dessa forma. Por ser mais seguro e não cobrar taxas, como nos cartões de débito e crédito, acredito que esse índice vá aumentar ainda mais”, prevê.
Servidora pública durante 14 anos, Alessandra abriu o negócio no ápice da pandemia. Ela conta que sempre teve vontade de trabalhar com comércio e, mesmo com as dificuldades econômicas e sanitárias impostas pelo coronavírus, decidiu encarar o desafio. “Vi uma oportunidade de começar e não hesitei. Não está sendo fácil, mas as coisas estão caminhando bem e a expectativa é de pouco a pouco me estabelecer e crescer”.
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