O Sebrae Minas vai realizar, de 10 a 14 de maio, a Semana do Microempreendedor Individual (MEI). Com o objetivo de levar informação e esclarecer dúvidas, a programação oferece palestras, oficinas e seminários, além de orientação empresarial sobre gestão, inovação, finanças e obrigações e benefícios da formalização. O evento é on-line e gratuito, e a inscrição deve ser feita no site do Sebrae. Mais informações: 0800 570 0800 ou WhatsApp (31) 3314-2808.
O que é ser MEI?
O microempreendedor individual (MEI) é uma categoria instituída no Brasil há 12 anos, voltada para o profissional autônomo, visando a sua formalização. Após o cadastro, o empreendedor passa a ter um CNPJ, o que lhe garante direitos e obrigações de uma pessoa jurídica, facilitando alguns processos, como a abertura de conta bancária, emissão de notas fiscais, solicitação de empréstimos, entre outros.
Para participar, o interessado deve faturar até R$ 81 mil por ano ou R$ 6.750,00 mensais. Além disso, deve ter no máximo um empregado contratado que receba salário-mínimo ou o piso da categoria, e não pode ter participação em outra empresa como sócio ou titular.
Confira mais informações no artigo “Tudo o que você precisa saber sobre o MEI”
Durante a pandemia, o número de formalizações aumentou 19% em Minas Gerais, com 204.748 novos registros e totalizando cerca de 1,2 milhão de MEI no estado. As regiões Centro-Oeste e Sudoeste contabilizam mais de 129 mil microempreendedores.
A realização de um sonho
Jaqueline Morais, 25 anos, é biomédica e moradora de São João Batista do Glória, cidade do interior de Minas Gerais. Atuou por dois anos na área da saúde até que, em dezembro de 2019, decidiu mudar de carreira. Sua escolha se deu por diversos fatores, mas o desejo de ter o próprio negócio foi o que falou mais alto.
Jaqueline decidiu investir na área de alimentação. Há algum tempo, já produzia e vendia doces pelo Instagram, mas como tinha outro compromisso profissional, não pensava em focar na confeitaria. Porém, com o apoio da sua família, já em 2020 a empreendedora se dedicou a divulgar os produtos e, assim, passou a receber cada vez mais encomendas.
Com o aumento da demanda, a profissional percebeu que era hora de se formalizar. “Tornei-me microempreendedora individual há pouco tempo, mas já senti que isso me proporcionou mais facilidade com o recolhimento de impostos, além de transmitir segurança às pessoas”, relata.
A empreendedora agora sonha em abrir sua loja física. “Meu marido e eu sempre conversamos sobre restaurantes e confeitarias. Atualmente, trabalho em casa, mas meu sonho é abrir uma cafeteria”.
A analista do Sebrae Minas Karina Rocha ressalta o impacto do microempreendedor individual no desenvolvimento econômico do país. “Essa modalidade permite acesso a inúmeros benefícios, como aposentadoria e licença-maternidade, sendo uma alternativa atrativa e acessível para os empresários. À medida em que eles se formalizam, aumenta o espaço para se desenvolverem e crescerem, gerando mais renda para as famílias e impactando a economia.”
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