ASN MG
Compartilhe

Mesmo com pandemia, loja de doces em BH aumenta faturamento

Pâtisserie registrou crescimento de 30% nas vendas em 2020, em relação a 2019
Por Redação
ASN MG
Compartilhe

O charme e o paladar francês inspiraram a empresária Lídice Peres a abrir uma pâtisserie em Belo Horizonte, há seis anos. Especializada nos famosos doces da culinária francesa, como macarons, éclairs, mil folhas e crème brûlée, a loja não sentiu tanto os efeitos da crise provocada pela pandemia. Na verdade, durante o período, o negócio conquistou novos clientes e aumentou o faturamento.

No entanto, vencer as adversidades não foi fácil. De acordo com a chef pâtissier, o início da pandemia foi “assustador”, mas, com muito trabalho e inovação, Lídice conseguiu achar um caminho. “Foi um susto grande quando o comércio da cidade foi fechado. Mas como estou sempre renovando e buscando novidades para os clientes, passei a investir nas redes sociais e a oferecer novos produtos, como as cestas de café da manhã”, conta a empreendedora. O resultado foi um crescimento de 30% nas vendas em 2020, quando comparado ao ano anterior.

Apostando na qualidade refinada como um diferencial, todos os produtos da Lídice Peres Pâtisserie são feitos artesanalmente. Para incrementar nas vendas durante a pandemia, a empresária começou a comercializar por delivery, via iFood e Uber Eats, e a produzir quitutes diferenciados, para atender à demanda de clientes que buscavam a diversidade de sabores locais.  “Tive que adaptar alguns produtos para o paladar brasileiro, como tortas, bolos e outros doces”, explica.

A inspiração para abrir a loja surgiu quando a empresária morou na Europa por nove anos. Com passagens por França, Luxemburgo e Portugal, Lídice se apaixonou pelo sabor, beleza e elegância dos doces franceses. “Principalmente por serem menos adocicados”, ressalta.

Com seis anos de mercado e superando bem os percalços da pandemia, a empreendedora espera manter a qualidade dos produtos e fidelizar seus clientes cada vez mais. “Até penso em expandir a loja futuramente, mas o momento é de foco no trabalho e dedicação total à empresa. Pretendo continuar como estou”, explica.

Clique aqui e assista ao vídeo da série ‘O que aprendi na pandemia’.

Impactos da pandemia

Diferentemente do empreendimento de Lídice Peres, a maioria dos negócios comandados por mulheres sofreu perdas durante a pandemia. De acordo com a 11ª edição da pesquisa ‘Impactos do coronavírus nos pequenos negócios’, feita pelo Sebrae e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), entre 26 de maio e 1º de junho, 58% das entrevistadas estão com muita dificuldade em manter seus empreendimentos no mercado.

Mesmo com as vacinas avançando, os empreendedores preveem uma longa jornada até a normalidade. 56% dizem estar aflitos em relação ao futuro e 44% estão animados, conformados ou aliviados no momento.

-

Assessoria de Imprensa | Prefácio Comunicação

Henrique Ulhoa – (38) 99100-8640 | (31) 99445-2460

[email protected] 

Richard Novaes – (31) 3292 8660 | (31) 98884-0255

[email protected]

-