Proprietária de uma casa de ração em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Janaína Ribeiro da Silva Campos tem comemorado o crescimento das vendas no último ano. Dados de uma pesquisa realizada pelo Sebrae, no primeiro semestre de 2021, mostram que o mercado pet está entre os setores menos afetados pela pandemia – e a FelizcãoPets comprova os números apurados no levantamento.
No comando da empresa criada em 2009, a empreendedora havia mudado o layout da loja três meses antes da chegada da Covid-19, para oferecer mais espaço e conforto aos clientes e seus estimados bichinhos. E, diferentemente de outros segmentos, mesmo no auge do isolamento social, viu as vendas aumentarem.
“Como as pessoas precisaram ficar mais em casa, criaram maior proximidade com os animais – inclusive muitas delas adotaram bichinhos. Aproveitamos essa demanda e diversificamos nossas linhas de brinquedos, acessórios, vasos para comida, rações e produtos com maior valor agregado”, conta.
Outra medida adotada para turbinar as vendas foi a oferta de delivery. “Contratamos um motoboy e intensificamos a divulgação nas redes sociais e nossas vendas praticamente triplicaram”, comemora.
Com o abrandamento das restrições ao convívio social, as vendas caíram e ela lançou mão de novas estratégias para manter o faturamento. “Estamos investindo em um atendimento mais personalizado, incentivando o engajamento por meio das redes sociais e oferecendo mais facilidade e agilidade nas formas de pagamento”, ilustra.
Graças ao apoio do marido na loja, Janaína, que é formada em Ciências Biológicas, passou a cursar Veterinária durante a pandemia, para agregar ainda mais valor ao empreendimento. A ideia é, em breve, oferecer não somente produtos, mas atendimento de saúde e outros serviços para os pets.
Clique aqui e assista ao vídeo da série ‘O que aprendi na pandemia’.
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